domingo, 17 de abril de 2011

História da Alimentação


Durante os séculos XV e XVI, período Renascentista, com a intensificação, na Europa, da produção artística e científica, são publicados no Ocidente, os primeiros estudos clássicos dos gregos e latinos sobre as plantas voltadas para medicina.
No século XVIII, os alimentos ainda eram tratados sob a ótica da medicina terapêutica, cercada de crenças nas suas supostas virtudes, especialmente com relação ao sexo. Em 1755, o químico e médico francês Louis Lemery, dizia que “Ostras, chocolate e cebolas excitariam os ardores de Vênus, devendo ser evitadas, especialmente pelas mulheres castas”.
O desenvolvimento das indústrias alimentares, no século XIX, com a Revolução Industrial, modificou definitivamente não só os comportamentos sociais, como os hábitos alimentares das pessoas. O que era fabricado artesanalmente, como farinhas, óleo, açúcar, passam a ser produtos de grandes usinas. Trabalhadores passam a comer nos restaurantes das fábricas. Surgem restaurantes de rua, que absorvem a população que prefere não fazer suas refeições em casa. No século XX, estudos de nutrição animal e vegetal avançaram nas áreas do conhecimento bioquímico e fisiológico. Observou-se que a composição dos alimentos é semelhante ao do corpo humano. Através dessas descobertas, pode-se estimar quais as substâncias vitais para a alimentação humana: água, sal, carboidratos (glicídios), compostos nitrogenados que contém aminoácidos (proteínas), ácidos graxos (lipídios), fibras, sais minerais e vitaminas.Às portas do século XXI, o aumento da pesquisa em nutrição e tecnologia de alimentos aliada à necessidade de informação específica, vem indicando a educação como um dos instrumentos para que possamos solucionar os problemas de saúde provocados por uma alimentação não adequada.


Alunos : Eduardo Bueno e Renan Pradela - 9º ano

Alimentação na pré-história


Introdução

Os seres humanos são
animais onívoros que podem consumir tanto produtos de origem animal como vegetal. Na pré-história, o homem utilizou, tanto plantas ou partes delas, como frutos e raízes para se alimentar e principalmente com a descoberta do fogo e de instrumentos, como caçador-coletor, utilizou também animais na sua alimentação.

Na época do Paleolítico (Idade da Pedra Lascada) a alimentação humana baseava-se em frutos, raízes e legumes coletados da natureza. Outro alimento importante era a carne animal (rica em proteínas e gordura). Os homens caçavam porcos, mamutes, coelhos, veados e outros animais.

Já na época do Neolítico (há 15.000 anos atrás, aproximadamente) os seres humanos passaram a desenvolver a domesticação dos animais e a agricultura. Embora os alimentos fossem os mesmos, agora não era mais necessário coletar ou caçar. Foi um grande avanço.

A alimentação na pré-história

A Paleontologia, ciência que estuda a investigação das etapas da evolução do homem através do estudo dos fósseis, e a Taxonomia, que estuda a comparação da biologia humana com os outros seres vivos, têm nos mostrado que desde o período Quaternário, cerca de 6000 anos a.C., até os dias atuais a evolução da alimentação do homem tem sido constante e continuada.

Neste mesmo período, o homem vivia em cavernas, e dedicava-se exclusivamente a caça. As mulheres colhiam frutos, nozes e raízes para complementar a ração alimentar. Viviam nesses locais enquanto houvesse frutas, raízes, legumes, peixe ou caça, mas quando a comida se tornava escassa, os grupos saiam em busca de novo local onde oferecesse mais alimento. O homem torna-se desta forma nômade.

No período Neolítico, o “Homo socialis” conheceu o fogo, considerado o primeiro tempero descoberto pelo homem, devido aos incêndios que aconteciam nas florestas, mas não sabia produzi-lo, consumindo carnes chamuscadas de animais mortos pelos incêndios. E devido a ausência de proteínas e sal na carne em que comiam, surgiu o canibalismo.

O homem então descobre que uma semente germinada dá origem a uma nova planta que serve para alimentá-lo. Começa então a semear e colher sevada, trigo, milho, batata, feijão, mandioca e arroz.

Então, trocou a vida nômade pela vida em pequenas aldeias, aprendeu a colher e domesticar pequenos animais iniciando a vida pastoril. Começa então a desenvolver dom artístico e o senso estético, comprovado por desenhos descobertos em cavernas calcáreas, cujos desenhos representavam animais.

Alunas : Isabela e Marília - 9º ano